quinta-feira, 9 de maio de 2019

Questão a912f3a7 - (Clínica Médica)

Questão da prova de residência da HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA DO PARANÁ em 2014

Questão sobre Clínica Médica, Pneumologia

Enunciado
Paciente do sexo masculino, 65 anos, vem à consulta com queixa de piora da dispneia associado a aumento da tosse e da expectoração com mudança do aspecto desta para mais escura há 5 dias. Nega febre. Relata dispneia aos pequenos esforços (ex.: andar 10 metros, tomar banho) há vários anos, com piora progressiva; tosse crônica diária, geralmente matinal, com expectoração esverdeada e sibilos frequentes. É tabagista desde 15 anos, média 30 cigarros/dia. Nega diabetes ou hipertensão arterial e nega outras doenças. Relata quadro semelhante ao atual na média de 3x ao ano. Consultou na US há seis meses, fez uma radiografia de tórax que foi normal (sic) e lhe foi prescrito inalação com broncodilatador beta-2 agonista quando necessário. Frente ao quadro descrito escolha a alternativa correta.

Alternativas:
  • Trata-se de um quadro de broncoinfecção. A radiografia de tórax não faz o diagnóstico da doença de base, apenas afasta diagnósticos diferenciais. A espirometria é o exame fundamental para o diagnóstico (VEF1/CVF < 70%) e estadiamento da doença (VEF1). Outros parâmetros clínicos (intensidade da dispneia e frequência das exacerbações) completam o algoritmo de avaliação de gravidade da doença.
  • Trata-se de um quadro de broncoinfecção. A radiografia de tórax não faz o diagnóstico da doença de base, apenas afasta diagnósticos diferenciais. A espirometria é o exame fundamental para o diagnóstico (VEF1/CVF > 80%) e estadiamento da doença (VEF1). Outros parâmetros clínicos (intensidade da dispneia) não participam da classificação da gravidade da doença.
  • Trata-se de um quadro de pneumonia. A radiografia de tórax faz o diagnóstico da doença de base, e também afasta diagnósticos diferenciais. A espirometria é o exame fundamental para o diagnóstico (VEF1/CVF < 60%) e estadiamento da doença (CVF). Outros parâmetros clínicos (frequência das exacerbações) não interferem na classificação de gravidade da doença.
  • Trata-se de um quadro de pneumonia. A radiografia de tórax não faz o diagnóstico da doença de base, apenas afasta diagnósticos diferenciais. A espirometria é o exame fundamental para o diagnóstico (VEF1/CVF > 70 %) e estadiamento da doença (VEF1). Outros parâmetros clínicos (intensidade da dispneia) completam o algoritmo de avaliação de gravidade da doença.
  • Trata-se de um quadro de broncoinfecção. A radiografia de tórax é fundamental para o diagnóstico da doença de base. A espirometria é um exame auxiliar para o diagnóstico (VEF1< 80%), mas importante no estadiamento da doença (VEF1/CVF). Outros parâmetros clínicos (intensidade da dispnéia e frequência das exacerbações) completam o algoritmo de avaliação de gravidade da doença.

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